quarta-feira, dezembro 31, 2003

Ano Novo

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustăo.
Doze meses dăo para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovaçăo e tudo começa outra vez, com outro número, outra vontade de acreditar, que daqui para adiante vai ser diferente."
Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, dezembro 29, 2003

Cópia de um DVD-Video:

Os DVDs que existem no mercado são "dual-layer" permitindo aproximadamente 8GB de informação pelo que é necessário comprimir os "dados" para as dimensões máximas (4,3GB) de gravação num único DVD-R "single-layer", mantendo o "formato" original.
Poderá utilizar um programa "freeware" para o efeito, como por exemplo o DVD Shrink, que encontra em http://www.dvdshrink.org/
Através deste programa deve então fazer a "compressão" para um directório do disco rígido (ex:c:\Videos\NomeVideo\video_ts). Este processo leva algum tempo dependendo da velocidade do processador. Note que deve configurar o limite de compressão para 4,3GB.

Em seguida, e para gravar um filme num DVD-R, pode utilizar múltiplos programas, entre os quais Nero e o Instant Copy. Devido ao "formato" de directório que tem que existir no DVD-Vídeo é necessário criar um directório vazio com o nome "audio_ts" (ex:c:\Videos\NomeVideo\audio_ts).
Deve então usar um dos programas de gravação para copiar os dois directórios referidos anteriormente para o DVD-R.
ABC da tecnologia

Aqui vai mais um site que proporciona conhecimentos extra sobre máquinas fotográficas digitais e algumas dicas para a sua escolha. Como gravar DVD's é uma questão que se coloca frequentemente. Alguma informação sobre legislação anti-spam (até que enfim - UFA).

ABC da tecnologia

sábado, dezembro 27, 2003

Cosiruo

De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, nao ipomtra
a odrem plea qaul as lrteas de uma plravaa etaso, a úncia csioa
iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo.

O rseto pdoe ser uma ttaol csãofnuo que vcoe pdoe anida ler sem
gnderas pobrlmea. Itso é poqrue nós nao lmeos cdaa lrtea isladoa, mas
a plravaa cmoo um tdoo.

Cosiruo não?
fotografia digital ??
Como optimizar as fotografias ?

O básico
Antes de começar a tirar fotos e de as editar electronicamente, é necessário de, pelo menos duas coisas: uma máquina fotográfica digital/analógica e um exemplar de software de edição de imagem. O termo “boa fotografia” é muito subjectivo, mas o que quer que ele signifique implica seguramente a utilização de uma máquina fotográfica adequada. A manipulação digital de fotos e a utilização de uma máquina fotográfica digital ou uma máquina de 35mm. Caso se opte pela segunda hipótese, convém verificar o orçamento para incluir um scanner (de negativos, de preferência), para que possa depois alterar as fotografias. Na verdade a segunda opção ainda continua a ser a mais fiável. Chegaremos a uma situação de igualdade ou indiferença quando as máquinas digitais processarem as imagens com 30.0 megapixels.

Temos ainda como vantagem o facto de se poderem recuperar fotografias antigas, dos nossos pais, avós, ... através dos negativos. Por isso um scanner de negativos poderá ser um excelente investimento, sobretudo se já havíamos investido numa boa máquina de 35mm.

No que respeita a flexibilidade e qualidade, as máquinas de 35mm apresentam uma melhor relação qualidade/preço. Existem mesmo algumas lojas que vendem material em segunda mão em boas condições. Assim com o crescente interesse pelas digitais, acredito que as de 35mm possam ser uma boa alternativa. No entanto se estivermos a discutir este tema daqui a 3 ou 4 anos, já poderei ter mudado de opinião...

Também ajuda ter uma ideia daquilo que se pretende fotografar antes de começar. Por exemplo, se eu estiver à procura de uma máquina para gravar os carros de formula 1 ou os barcos no horizonte ou um praticante de parapente, terei de possuir necessariamente uma lente com capacidades de zoom poderosas para capturar essas imagens a distâncias consideráveis. Nesses momentos surgem problemas pelo facto de serem ambientes com pouca luz. Assim, são necessários bons controlos de compensação de exposição. Resumindo, demore o tempo suficiente para encontrar uma câmara que se adeque às suas necessidades. Finalmente, se o orçamento não comportar uma máquina de média/topo de gama, há sempre a hipótese de melhorar as fotografias de máquinas de qualidade inferior através de manipulação digital.


O software
A escolha das aplicações correctas para manipular fotografias é essencial. No nosso entender, uma excelente opção continua a ser o Photoshop (http://www.adobe.com/products/photoshop/main.html) ou para trabalhos mais básicos o IrfanView ( http://www.irfanview.com ).



“Olha o passarinho!” Três palavras, uma fotografia, muitos erros. Venha connosco procurar algumas das falhas mais comuns

Talvez o maior erro do fotógrafo seja apressar a fotografia quando tem tempo para a preparar devidamente. Uma das suas maiores capacidades deve residir no poder de observação – olhe atentamente para a cena que queremos captar.

Vamos tomar como exemplo uma das fotografias mais comuns: uma foto de grupo dos seus amigos ou familiares. Existem algumas regras básicas no que respeita a fotografias de grupo. Antes de mais, e como acontece com qualquer foto, decida o que quer transmitir. Qual é a mensagem? Que memória vai querer recordar quando pegar nesta foto daqui a dois anos?


Fotografia de grupo
Existem muitos erros nesta foto. Não se consegue ver toda a gente e algumas pessoas têm os olhos fechados

Se estiver a fotografar um grupo com muitas pessoas, tente coordenar os indivíduos de forma a respeitar as alturas destes. Misture os grupos para criar consistência na fotografia. Pergunte aos seus amigos se todos conseguem ver a lente da câmara. Se não conseguirem, quer dizer que não vão aparecer na fotografia. Num grupo reduzido, verifique se consegue ver a cara de toda a gente através do View Finder.

Não tenha medo nem se sinta embaraçado enquanto prepara devidamente a cena. Explique a todos o que está a fazer e eles deverão perceber que, como fotógrafo, pode identificar erros que eles não conseguem ver.

Além de preparar as pessoas para a fotografia tenha em atenção o cenário – será que se adequa à imagem que quer transmitir? Vamos a um exemplo prático: se o utilizador quer capturar a beleza de uma montanha, será que as instalações de um armazém ao lado são adequadas para a cena?

Uma vez que tenha tudo alinhado, olhe através do View Finder e verifique a integridade da cena antes de carregar no obturador. Existe algum sinal ou lampião por detrás da cabeça de alguém? As expressões faciais são indicadas? Pense bem antes de usar a expressão “olha o passarinho” ou o “alface”. Neste último caso, a palavra “alface” força a boca a uma posição muitas vezes pouco natural. Quer certamente que as pessoas do grupo sorriam. Experimente pedir-lhes isso mesmo com naturalidade... esqueça o “olha o passarinho”, porque acaba por forçar expressões. Outra opção pode ser contar uma piada curta e simples para trazer ao de cima um sorriso natural.

Quando se prepara uma fotografia, é normal colocar-se o objecto da mesma no centro do View Finder, e, consequentemente, no centro da foto. No entanto, esta abordagem simplista nem sempre é a melhor forma de captar uma cena. Na verdade, colocar o objecto da fotografia fora do centro da mesma pode até trazer-lhe vantagens, já que, desta forma, poderá captar mais elementos do cenário. Isto é particularmente útil quando tenta dar a ideia de perspectiva ou de escala. Tenha em consideração que deve ser atribuída tanta importância ao objecto como à fotografia em si. Isto deverá resultar numa composição equilibrada, tendo sempre presente o tema que pretendemos para a fotografia.

Aprender com os erros
Não se preocupe se não conseguir tirar uma fotografia perfeita. Como corrigir erros comuns e melhorar as qualidades de fotógrafo. No entanto, não existe hipótese de, através da manipulação digital de fotografias, ultrapassar em qualidade uma fotografia bem tirada.

Luz sobre a escuridão
Alguns fotógrafos dão imensa importância à luz – e têm boas razões para tal. A luz pode criar uma boa foto ou destruí-la

Não existe algo que possa ser considerado universalmente como luz ideal. A luz ideal numa fotografia ao ar livre costuma aplicar-se a uma luminiscência suave e quente de um pôr-do-sol ou do princípio do dia em que não existem recortes nem sombras exageradas, contrária ao solarengo meio-dia ou a um baço dia cinzento. A luz do sol no fim da tarde pode dar jeito em algumas fotos, mas não em todas. Na verdade, só terá possibilidade de decidir acerca da melhor luz para a sua foto quando estiver no local da mesma e tiver definido a mensagem que quer transmitir. Uma vez tomada a decisão, pode procurar a luz apropriada.


Tomemos como exemplo um retrato. O flash embutido pode ser fatal para o fotógrafo. Se tiver a opção de acrescentar um flash externo à sua câmara, pondere essa hipótese com seriedade. Ao colocar o flash acima do objecto e talvez desviando-o um pouco da linha da lente, poderá gerar o tipo de sombra que lhe acrescenta profundidade ao rosto. Depois, tenha em consideração a potência do flash. Se a luz for muito intensa, criar-se-ão sombras profundas no rosto do objecto, o que dá a entender que este está doente, ao contrário de facultar profundidade à fotografia. Se a sua máquina fotográfica desfoca detalhes do objecto que está a fotografar quando usa o flash, experimente suavizá-lo cobrindo-o com algumas camadas (layers) de plástico ou orientá-lo na vertical com uma folha de papel presa na parte anterior do flash de forma a difundir melhor a luz. Se vir que as suas fotos perdem cor retire espessura a esta protecção ou feche o diafragma. De qualquer forma, poderá mais tarde corrigir as cores através do software.


Flash durante o dia
A maioria das pessoas não percebe a utilidade do flash em fotografias tiradas durante o dia. Existe a ideia comum de que, se o objecto da sua fotografia tem luz por detrás dele, só aparecerá a sua silhueta. Isto pode ser verdade e pode mesmo ser utilizado para efeitos engraçados. No entanto, se a pessoa fotografada está à frente de uma luz brilhante e o não quer apanhar uma silhueta, pode utilizar o flash da câmara como uma luz de enchimento. Assim, vai iluminar a cena e permitir que o objecto seja fotografado. Esta é uma das minha opções preferidas para retirar partido das cenas com grandes fontes de luz por trás do motivo a fotografar. É claro que funciona quando o motivo está dentro dos limites de alcance do flash.

Se quiser utilizar o flash, pense naquilo que é capaz de fazer. Acrescente a luz a áreas com sombras na fotografia, razão pela qual a sua máquina vai captar mais detalhes. O flash também pode ser útil quando o utilizador tira fotos em interiores. A maioria dos candeeiros oferece uma luz muito amarela que prejudica a cor das suas fotografias. A utilização do flash pode ajudar a compensar esta luz amarela.
A Padeira de Aljubarrota
Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era feia, grande, com os cabelos crespos e muito, muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino, o que se reflectiu nas profissões que teve ao longo da vida. Nasceu em Faro, de família pobre e humilde e em criança preferia mais vagabundear e andar à pancada que ajudar os pais na taberna de donde estes tiravam o sustento diário. Aos vinte anos ficou órfã, vendeu os poucos bens que herdou e meteu-se ao caminho, andando de lugar em lugar e convivendo com todo o tipo de gente. Aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que depressa alcançou fama de valente. Apesar da sua temível reputação houve um soldado que, encantado com as suas proezas, a procurou e lhe propôs casamento. Ela, que não estava interessada em perder a sua independência, impôs-lhe a condição de lutarem antes do casamento. Como resultado, o soldado ficou ferido de morte e Brites fugiu de barco para Castela com medo da justiça. Mas o destino quis que o barco fosse capturado por piratas mouros e Brites foi vendida como escrava. Com a ajuda de dois outros escravos portugueses conseguiu fugir para Portugal numa embarcação que, apanhada por uma tempestade, veio dar à praia da Ericeira. Procurada ainda pela justiça, Brites cortou os cabelos, disfarçou-se de homem e tornou-se almocreve. Um dia, cansada daquela vida, aceitou o trabalho de padeira em Aljubarrota e casou-se com um honesto lavrador..., provavelmente tão forte quanto ela.

O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que naquele dia derrotou o invasor castelhano. Chegando a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.

sexta-feira, dezembro 12, 2003

O estádio do Dragão
O estádio tem um "design" impressionante. A cobertura translúcida, já designada como o “véu”, integra 280 toneladas de aço, suportadas por uma floresta de pilares, ao passo que o lado Nascente do estádio tem uma altura equivalente à de um edifício de 12 andares. Naturalmente, todo o processo que envolveu a construção do estádio foi bastante complexo, nomeadamente devido à localização do próprio recinto.

LOTAÇÃO: 52.000 lugares sentados
ARQUITECTO: Manuel Salgado
JOGOS: Três jogos da fase de grupos, incluindo o jogo inaugural, um jogo dos quartos de final e um das meias-finais
O Estádio do Dragão acolherá o jogo de abertura da prova.

Jogo de abertura
Implantado numa zona urbana contígua ao actual Estádio das Antas, o novo estádio do FC Porto será o palco da cerimónia de abertura e do jogo inaugural do UEFA EURO 2004.

Não foi nada fácil a execução do Estádio do Dragão. O próprio arquitecto, Manuel Salgado, reconhece que houve três fases importantes na sua construção.
A primeira foi muito dura, na verdadeira acepção da palavra, pois tratou-se de remover muita pedra. Por uma simples razão: É que o terreno tinha muitos desequilíbrios. O desnível entre a Avenida de Fernão de Magalhães e S. Roque e aquele onde está a VCI corresponde a um edifício de 20 pisos, daí a enorme dificuldade.
Foi necessário estudar aquele terreno e movimentar milhares e milhares de toneladas de terra e pedra, para que se criasse uma harmonia entre toda a área. Pretendia-se que a zona das Antas não fosse um gueto, mas que se interligasse, como uma rede integrada, por acessos e outras componentes de lazer (health clube, centro comercial, etc) e de habitação.
A obra teve, por isso, várias etapas. Começou em Maio de 2001, mas as sondagens geológicas iniciaram-se em Março. Em Julho foi o tal desmonte do maciço rochoso e as escavações respectivas. A primeira estaca (estacas entre 12m a 14m) ocorreu em Junho.
Durante 2001, a obra prosseguiu a todo o vapor, mas, no início de Março de 2002, foi suspensa, em resultado do conflito aberto com o novo líder autárquico, Rui Rio. Em Janeiro, foi executada a bancada poente e a primeira cobertura foi em Março.
Outra etapa fundamental foi a da colocação da estrutura de betão armado, algo de muito complexo, não só pela inclinação do terreno, mas também porque ele é muito heterogéneo com zonas de rocha e de aluviões. Outra fase nuclear e que se pode considerar de intermédia foi a montagem de todas as bancadas, construídas em betão prefabricado, período em que se começou a visualizar a forma do anfiteatro, segundo Manuel Salgado.
A derradeira etapa, o fecho, ocorrida já neste ano, foi a construção da cobertura, com características inovadoras. É um projecto da autoria do professor António Reis, executado com grande dificuldade, já que tem um vão de cerca de 200 metros que atravessa o estádio, apoiado em quatro enormes pilares. Foi construída em policarbonato com uma parte transparente e outra translúcida. As bancadas começaram a ser erguidas em Setembro de 2002, a poente, já visível no mês seguinte. E a nascente, em Novembro.
Entre Janeiro e Julho, foram construídas as paredes exteriores, as bancadas de topo e a cobertura, esta praticamente concluída no fim de Setembro. Mês em que foi plantado o relvado. Em Outubro passado, a obra estava terminada, com os últimos retoques a serem dados e com a relva a passar por um processo de maturação, para evitar o sucedido com o de Alvalade.
A droga, sempre droga

Mortes por droga e procura de tratamento diminuíram em Portugal

O número de toxicodependentes à procura de tratamento, as mortes por drogas ("overdose") e o consumo de heroína diminuíram em Portugal no ano passado, de acordo com um relatório divulgado sexta- feira pelo organismo que observa o fenómeno da droga em Portugal.

O estudo sobre a situação do consumo e da oferta de drogas em Portugal, sua evolução e principais tendências, do Instituto da droga e da Toxicodependência (IDT), revela que a principal droga nos doentes em tratamento é a heroína, apesar de o número de novos casos de consumo desta droga terem diminuído.

As mortes relacionadas com o consumo de drogas ("overdoses") em Portugal, provocadas sobretudo pela heroína, baixaram para menos de metade em três anos, e continuam a afectar mais o sexo masculino, com idades entre 29-35 anos.

O IDT refere ainda que as autoridades fizeram menos apreensões no ano passado, mas no total foram apreendidas maiores quantidades de droga, com indicadores que sugerem que há menos heroína a circular no mercado nacional, mas mais haxixe, liamba e ecstasy.

fonte: LUSA

O eterno problema da droga vai arrastar-se pelas nossas viadas sem que nada se possa fazer, a não ser evitar cruzar com o seu caminho tal e qual como se evita cruzar com o caminho do gato preto para quem é supersticioso! Já vi pessoas a serem arrastadas para este mundo como o caso do Meneses sem que nada ou ninguém lhe pudesse valer nem mesmo a Porto Feliz o que não deixa de ser mais uma tentativa meritória de amenizar o problema. A grande questão reside mesmo aqui! O negócio da droga é substancialmente maior que qualquer outro negócio do mundo, inclusivamente o do petróleo. Se assim é, teremos que o encarar como tal, negociar como tal ainda que não seja aceite em todos os países. Este problema so pode ser resolvido à escala global. Temos que sentar todos os intervenientes da cadeia desde a produção até ao consumidor final e entender como funciona este mercado. Devem ser negociadas e impostas regras bem claras por forma a que não possam ser quebradas ou violadas. Que os países produtores dependam deste negócio para sobreviverem, já o sabemos. Que os jovens se agarram a este vício como nunca, também é uma realidade sobejamente conhecida.
Assim só resta chegar à mesa das conversações que acredito que poderão demorar, mas serão um passo certeiro para a resolução desta calamidade.
João César Monteiro lembrado em retrospectiva e em DVD

Numa oportunidade única para conhecer os primeiros filmes de João César Monteiro, tem esta sexta-feira início em Lisboa uma retrospectiva das suas longas-metragens, no mesmo dia em que é editada toda a sua obra em DVD.

A retrospectiva decorrerá nos Cinemas King, com exibições cronológicas ao longo de três semanas até 01 de Janeiro, desde "Veredas" (1977) a "Vai e Vem", estreado em Junho.

Depois de Lisboa, a mostra passará pelo Porto (de 02 a 08 de Janeiro), Coimbra, Setúbal e Aveiro, as primeiras cidades confirmadas para já pela distribuidora Atalanta Filmes.

Além da retrospectiva, será também editada esta sexta- feira uma caixa de DVD com toda a obra de João César Monteiro, mais de 30 horas de cinema, entrevistas com o cineasta, depoimentos e fotografias.

O realizador João César Monteiro faleceu em Fevereiro último vítima de doença prolongada.

fonte: LUSA

Por fim o realizador do filme preto vai ser recordado. Talvez seja uma forma de reapreciar as suas obras tão polémicas quanto o próprio autor. Paz à sua alma.
Cork Radio Station

A Cork Radio Station (in Ireland), 96 FM, was running a competition to find contestants who could come up with words that were not found in any English Dictionary yet could still use these words in a sentence that would make logical sense. The prize was a trip to Bali for a week.

The DJ, Neil, had many callers; the following two standing out:

DJ: 96FM, what's your name?
Caller: Hi, me name's Dave.
DJ: Dave, what is your word?
Caller: Goan spelt G O A N, pronounced "go-an"
DJ: We are just checking that (pause) and you are correct, Dave, Goan is
certainly a word not found in the English Dictionary. Now the next question, for a trip for two to Bali, is, what sentence can you use that in that would make logical sense?
Caller: GOAN fuck yourself!
At this point the DJ cuts the caller short and announces that there is no place for that sort of language on a family show.

After many more unsuccessful calls the DJ takes the following caller:

DJ: 96FM, what's your name?
Caller: Hi, me name's Jeff.
DJ: Jeff, what is your word?
Caller: Smee spelt S M E E, pronounced "smee".
DJ: We are checking that (pause) and you are correct, Jeff, Smee is certainly a word not found in the English Dictionary. Now the next question, for a trip for two to Bali, is, what sentence can you use that in that would make logical sense?

Caller: SMEE again! GOAN fuck yourself!"

favoritus